Os Herois do Golfinho Dourado

- Ajax conta a Safira um pouco de sua história e a de seu machado, Noite Estrelada. Ele pede a ela que retorne a arma a sua família, caso algo de ruim lhe aconteça. Safira explica que não poderia fazer tal promessa, pois ela acredita que se Ajax falhar, muito provavelmente ela também irá.
- Ajax convence o grupo a se arrumarem para a batalha no templo de Moradin, para elevar o moral dos anões presentes. A ideia funciona, e os anões presentes no templo pedem a Ajax que abençoe as suas armas antes da batalha.
- O grupo se reune com Safira e com os líderes das 50 principais famílias do clã. A Comandante explica os pormenores do plano, o que gera discordâncias entre os Sumo sacerdotes. Felizmente ela conseguiu costurar um consenso entre as facções rivais.
- Na saída da reunião Ajax é procurado pelos líderes de 5 famílias, que passam a ele suas cartas de apresentação e intenções de alianças com os Ungart (escudaria? Casamentos? Quem sabe?)
- Petrus presenteia Ajax com um símbolo sagrado de Moradin, igual ao usado pelos grandes clérigos do clã.
- O grupo parte para a missão. No meio do caminha Xanaphia recebe uma mensagem mágica. Uma voz feminina lhe diz: “Xanaphia, você achou mesmo que a justiça não a encontraria? Mesmo depois de me contar tanto? Achou que poderia arruinar o que é mais precioso para mim, sem que eu fizesse o mesmo com você?”
“Não me espanta que não tenha contado a Sor Solomon sobre seus crimes. Você é um drow como qualquer outro. Tudo isso é culpa do seu pai, o erro que ele cometeu há tantos anos. Ele já recebeu a justiça que merecia. Logo será a sua vez”
- Xanaphia sente-se perturbada, mas não conta aos outros o que houve.
- Os hérois encontram o templo de Lolth e lutam com a guarda pessoal da matriarca. Tudo estava sob controle até o surgimento da Caçadora, que por pouco não matou Ajax, mas trucidou-o no combate corpo a corpo. Nicolai conseguiu desarmar oponente de uma cimitarra, enquanto Xanaphia, com dois golpes divinamente guiados, pôs fim ao combate. A Caçadora pereceu, e a última drow da Guarda Tarantula fugiu com um teletransporte.

- Ao entrar no templo, o grupo enfrenta uma escuridão profana que parece querer devorá-los. Uma escuridão tão horrenda que nem mesmo a Visão da Verdade de Nicolai fora capaz de transpor. Somente a frágil luz emanada pelos símbolos sagrados de Moradin e Cuthbert pôde guiar os heróis pela torre de cristal negro.
- No âmago do templo o grupo se depara com um enorme ídolo de aranha feito em adamante. Fios de seda negra escorriam de sua cauda, formando uma crisálida enorme. A Matriarca Shiva eclodiu a crisálida e partiu para a ofensiva. A luta estava equilibrada, até que Ajax decidiu destruir a Aranha de Adamante. Com a ajuda de Nicolai a estátua foi destruída, deixando a Matriarca atordoada e vulnerável. Xanaphia e Ajax desferiram os golpes finais que puseram fim á tirania de Shiva, e a seus planos de se tornar o avatar de Lolth. A alma da Matriarca foi aprisionada em uma gema dourada. A estátua aracnídea se espatifou e derreteu, a escuridão profana foi destruída. Toda a montanha retumbou com os espasmos de uma deusa ferida.
- Do corpo arruinado da Matriarca surgiu um choro de criança. Ao revirar o cadáver Ajax encontrou um bebe drow. Xanaphia ainda amargurada e furiosa, cometeu o infanticídio sem pensar duas vezes.

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Comments

“Vou lhe contar como meu machado foi criado. Ele é feito de adamante, mas, não do adamante comum extraído das montanhas, ele é feito da centelha da bigorna de Moradin, os desconhecedores da verdade chamam esta centelha de meteorito, mas nós sabemos a verdade, quando Moradin esta forjando almas tamanha é a intensidade do impacto que as vezes uma fagulha viaja de seu plano ate este mundo.
Mesmo com a posse do adamente eu estava impossibilitado de trabalha-lo, tinha uma missão a cumprir e ela demandava uma viagem de barco, porem, iríamos viajar com o capitão Lafontaine simplesmente o melhor em seu oficio e ele permitiu que eu instalasse uma forja em seu navio o Ventania de Prata.
Por dias eu tentei trabalhar o adamante sem sucesso, o metal se mostrou muito resistente e admito que minha pericia nem de longe era suficiente para molda-lo, mas eu não desisti, continuei tentando ate chegarmos ao Mar da Tormenta, e foi lá que Moradin me abençoou, enfrentamos tempestades horríveis, o barco adernava perigosamente, mas foi este balanço que me proporcionou força o suficiente para malhar o adamante, não sei quanto tempo se passou, nem quanto tempo fiquei sem comer, beber e dormir, acredito que o próprio Ymir, o mestre armeiro de Moradim, que guiou meu martelo nesta obra.
Após vários dias meu machado foi finalizado, foi o dia que sai da forja e também o dia em que o mar se aquietou, uma noite sem nuvens, sem tempestades, um céu repleto de estrelas de encontro ao mar noturno, e foi ali que meu machado foi nomeado, Noite Estrelada assim o chamei, pois ele respondia ao reflexo das estrelas e este reflexo permanece nele ate os dias de hoje.”

Sessão 14
douglasbaiense

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